sábado, 31 de janeiro de 2009

Enterro do "Não Consigo"!!


Enterro do "Não Consigo"!!

Esta história foi contada por Chick Moorman, e aconteceu numa escola primária do estado de Michigan, Estados Unidos.

Ele era supervisor e incentivador dos treinamentos que ali eram realizados e um dia viveu uma experiência muito instrutiva, conforme ele mesmo narrou:
Tomei um lugar vazio no fundo da sala e assisti.
Todos os alunos estavam trabalhando numa tarefa, preenchendo uma folha de caderno com idéias e pensamentos.
Uma aluna de dez anos, mais próxima de mim, estava enchendo a folha de "não consigos".
"Não consigo chutar a bola de futebol além da segunda base."
"Não consigo fazer divisões longas com mais de três números."
"Não consigo fazer com que a Debbie goste de mim."
Caminhei pela sala e notei que todos estavam escrevendo o que não conseguiam fazer.
"Não consigo fazer dez flexões."
"Não consigo comer um biscoito só."
A esta altura, a atividade despertara minha curiosidade, e decidi verificar com a professora o que estava acontecendo e percebi que ela também estava ocupada escrevendo uma lista de "não consigos".
Frustrado em meus esforços em determinar porque os alunos estavam trabalhando com negativas, em vez de escrever frases positivas, voltei para o meu lugar e continuei minhas observações.
Os estudantes escreveram por mais dez minutos.
A maioria encheu sua página.
Alguns começaram outra.
Depois de algum tempo os alunos foram instruídos a dobrar as folhas ao meio e colocá-las numa caixa de sapatos, vazia,que estava sobre a mesa da professora.
Quando todos os alunos haviam colocado as folhas na caixa,Donna acrescentou as suas, tampou a caixa,colocou-a embaixo do braço e saiu pela porta do corredor. Os alunos a seguiram.
E eu segui os alunos.
Logo à frente a professora entrou na sala do zelador e saiu com uma pá.
Depois seguiu para o pátio da escola, conduzindo os e saiu com uma pá
Depois seguiu para o pátio da escola, conduzindo os alunos até o canto mais distante do playground.
Ali começaram a cavar.
Iam enterrar seus "não consigo"!
Quando a escavação terminou, a caixa de "não consigos" foi depositada no fundo
e rapidamente coberta com terra.
Trinta e uma crianças de dez e onze anos permaneceram de pé,em torno da sepultura recém cavada.
Donna então proferiu louvores.

"Amigos, estamos hoje aqui reunidos para honrar a memória do 'não consigo'.
Enquanto esteve conosco aqui na Terra, ele tocou as vidas de todos nós,de alguns mais do que de outros.
Seu nome, infelizmente, foi mencionado em cada instituição pública - escolas, prefeituras, assembléias legislativas e até mesmo na casa branca.
Providenciamos um local para o seu descanso final e uma lápide que contém seu epitáfio.
Ele vive na memória de seus irmãos e irmãs 'eu consigo','eu vou' e 'eu vou imediatamente'.
Que 'não consigo' possa descansar em paz e que todos os presentes estava enterrado para sempre.
Logo após, a sábia professora encaminhou os alunos de volta à classe e promoveu uma festa.
Como parte da celebração Donna recortou uma grande lápide de papelão e escreveu as palavras "não consigo" no topo,"descanse em paz" no centro, e a data embaixo.
A lápide de papel ficou pendurada na sala de aula de Donna durante o resto do ano.
Nas raras ocasiões em que um aluno se esquecia e dizia "não consigo", Donna simplesmente apontava o cartaz descanse em paz.
O aluno então se lembrava que "não consigo" estava morto e reformulava a frase.
Eu não era aluno de Donna.
Ela era minha aluna.
Ainda assim,naquele dia aprendi uma lição duradoura com ela.
Agora, anos depois, sempre que ouço a frase "não consigo",vejo imagens daquele funeral da quarta série.
Como os alunos,eu também me lembro de que "não consigo" está morto.

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

VOCÊ É IMPORTANTE


Autor: Jack Canfield & Mark Victor Hansen

Uma professora decidiu homenagear seus alunos do último ano colegial, dizendo a cada um deles a sua importância.
Ela chamou todos os alunos em frente à classe, um de cada vez.
Primeiro, disse a eles como eram importantes para ela e para a classe.
Então presenteou cada um deles com um laço azul com uma frase impressa em letras douradas:

EU SOU IMPORTANTE

Depois, a professora resolveu desenvolver um trabalho com a classe para ver que tipo de impacto o reconhecimento teria sobre a comunidade.
Deu a cada aluno mais três laços e os instruiu para que saíssem e disseminassem a cerimônia de reconhecimento.
Em seguida eles deveriam acompanhar os resultados.
Observar quem homenagearia quem, e relatar à classe dentro de uma semana.
Um dos alunos foi até um executivo Júnior de uma empresa próxima e o condecorou por ajudá-lo no planejamento de sua carreira.
Então, deu-lhe dois outros laços e disse:
_Estamos fazendo um trabalho para a escola sobre reconhecimento.
Gostaríamos que você procurasse alguém para homenagear, que o presenteasse com um laço azul,e que lhe desse outro laço para homenagear outra pessoa,disseminando esta cerimônia de reconhecimento.
Em seguida, por favor, procure-me novamente e conte-me o que aconteceu.
Mais tarde naquele dia, o executivo Júnior procurou seu chefe, que, era tido até então como um cara rabugento.
Pediu ao chefe que sentasse e disse-lhe que o admirava profundamente pôr ser um gênio criativo.
O chefe pareceu muito surpreso.
O rapaz, perguntou-lhe se aceitaria o laço azul como presente e se permitia que ele o colocasse.
Seu chefe surpreso disse que sim.
O executivo Júnior pegou o laço de fita azul e colocou-o no paletó do chefe bem em cima do coração.
Ao dar ao chefe o último laço disse:
_O senhor me faz um favor?
Receberia este outro laço e o passaria adiante homenageando outra pessoa?
O garoto que me deu o laço está fazendo um trabalho para a escola e quer que esta cerimônia de reconhecimento prossiga, para descobrir como ela influencia as pessoas.
Naquela noite, ao chegar em casa, o chefe procurou seu filho de quatorze anos e pediu que se sentasse e disse:
_Hoje me aconteceu uma coisa incrível.
Estava em meu escritório e um dos executivos Juniores entrou,disse que me admirava e me deu este laço azul por me considerar um gênio criativo.
Então, ele prendeu este laço que diz
"Eu sou importante" no meu paletó, bem sobre meu coração...
Deu-me um outro laço e pediu-me que homenageasse uma outra pessoa.
Esta noite, voltando para casa, comecei a pensar a quem homenagearia com este laço e pensei em você.
Quero homenagear você.
Meus dias são muitos tumultuados e, quando chego em casa,não lhe dou muita atenção.
Algumas vezes grito com você por não tirar boas notas na escola e por seu quarto estar uma bagunça, mas de qualquer forma,esta noite eu gostaria apenas de me sentar aqui e dizer-lhe que você é Muito Importante para mim.
Além de sua mãe, você é a pessoa mais importante em minha vida.
Você é um grande filho e eu amo você.
O sobressaltado garoto começou a soluçar, e não conseguia parar de chorar.
Todo o seu corpo tremia.
Ele olhou para o pai e disse através de lágrimas:
_Papai, eu planejava cometer o suicídio amanhã, porque achava que você não me amava.

Agora não preciso mais.

Este texto foi eviado por e-mail, Obg Claudinha receba a minha fitinha azul Você é importante prá mim.

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

A MAIOR BRONCA



( sem menção do autor)

Tínhamos uma aula de Fisiologia na escola de medicina logo após a semana da Pátria. Como a maioria dos alunos havia viajado aproveitando o feriado prolongado, todos estavam ansiosos para contar as novidades aos colegas e a excitação era geral.
Um velho professor entrou na sala e imediatamente percebeu que iria ter trabalho para conseguir silêncio. Com grande dose de paciência tentou começar a aula, mas você acha que minha turma correspondeu?

Que nada!

Com um certo constrangimento, o professor tornou a pedir silêncio educadamente.
Não adiantou, ignoramos a solicitação e continuamos firmes na conversa.

Foi aí que o velho professor perdeu a paciência e deu a maior bronca que eu já presenciei.

Veja o que disse:

Prestem atenção porque eu vou falar isso uma única vez”, disse, levantando a voz.
Um silêncio de culpa se instalou em toda a sala. O professor continuou:

Desde que comecei a lecionar, isso já faz muitos anos, descobri que nós professores, trabalhamos apenas 5% dos alunos de uma turma.
Em todos esses anos observei que de cada cem alunos, apenas cinco são realmente aqueles que fazem alguma diferença no futuro, apenas cinco se tornam profissionais brilhantes e contribuem de forma significativa para melhorar a qualidade de vida das pessoas.

Os outros 95% servem apenas para fazer volume. São medíocres e passam pela vida
sem deixar nada de útil.

O interessante é que esta porcentagem vale para todo o mundo. Se vocês prestarem
atenção notarão que de cem professores,apenas cinco são aqueles que fazem a diferença;
de cem garçons, apenas cinco são excelentes;
de cem motoristas de táxi, apenas cinco são verdadeiros profissionais;
e poderia generalizar ainda mais:
de cem pessoas, apenas cinco são verdadeiramente especiais.

É uma pena muito grande não termos como separar estes 5% do resto, pois se isso fosse possível, eu deixaria apenas os alunos especiais nesta sala e colocaria os demais para fora, então teria o silêncio necessário para dar uma boa aula e dormiria
tranqüilo sabendo ter investido nos melhores.

Mas infelizmente não há como saber quais de vocês são esses alunos.
Só o tempo é capaz de mostrar isso.
Portanto, terei de me conformar e tentar dar uma aula para os alunos especiais,
apesar da confusão que estará sendo feita pelo resto.

Claro que cada um de vocês sempre pode escolher a qual grupo pertencerá.
Obrigado pela atenção e vamos à aula de hoje.

Nem seria preciso dizer o silêncio que ficou na sala e o nível de atenção que o professor conseguiu após aquele discurso. Aliás, a bronca tocou fundo em todos nós, pois minha turma teve um comportamento exemplar em todas as aulas de Fisiologia durante todo o semestre.
Afinal quem gostaria de,espontaneamente, ser classificado como fazendo parte do resto?

Hoje não me lembro de muita coisa das aulas de Fisiologia, mas da bronca do professor eu nunca mais esqueci.

Para mim, aquele professor foi um dos 5% que fizeram a diferença em minha vida.
De fato, percebi que ele tinha razão e, desde então tenho feito tudo para ficar no grupo dos 5%, mas, como ele disse, não há como saber se estamos indo bem ou não, só
o tempo dirá a que grupo pertencemos.

Contudo, uma coisa é certa: se não tentarmos ser especiais em tudo que fazemos, se não tentarmos fazer tudo o melhor possível, seguramente sobraremos na turma do resto.

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

O anel


(sem menção do autor)

Um aluno chegou a seu professor com um problema:

- Venho aqui, professor, porque me sinto tão pouca coisa, que não tenho forças para fazer nada.
Dizem que não sirvo para nada, que não faço nada bem, que sou lerdo e muito idiota.

Como posso melhorar?

O que posso fazer para que me valorizem mais?

O professor sem olhá-lo, disse:

Sinto muito meu jovem, mas agora não posso ajudá-lo, devo primeiro resolver o meu próprio problema.
Talvez depois.
E fazendo uma pausa falou:
- Se você me ajudar, eu posso resolver meu problema com mais rapidez e depois talvez possa ajudar você a resolver o seu.

- Claro, professor, gaguejou o jovem, mas se sentiu outra vez desvalorizado

O professor tirou um anel que usava no dedo pequeno, deu ao garoto e disse:

Monte no cavalo e vá até o mercado.
Deve vender esse anel porque tenho que pagar uma dívida.

É preciso que obtenha pelo anel o máximo possível, mas não aceite menos que uma moeda de ouro.

Vá e volte com a moeda o mais rápido possível.

O jovem pegou o anel e partiu.

Mal chegou ao mercado começou a oferecer o anel aos mercadores.

Eles olhavam com algum interesse, até quando o jovem dizia o quanto pretendia pelo anel.

Quando o jovem mencionava uma moeda de ouro, alguns riam, outros saiam sem ao menos olhar para ele, mas só um velhinho foi amável a ponto de explicar que uma moeda de ouro era muito valiosa para comprar um anel.

Tentando ajudar o jovem, chegaram a oferecer uma moeda de prata e uma xícara de cobre, mas o jovem seguia as instruções de não aceitar menos que uma moeda de ouro e recusava as ofertas.

Depois de oferecer a jóia a todos que passavam pelo mercado e abatido pelo fracasso, montou no cavalo e voltou.
O jovem desejou ter uma moeda de ouro para que ele mesmo pudesse comprar o anel, assim livrando a preocupação de seu professor e assim podendo receber sua ajuda e conselhos.

Entrou na casa e disse:

- Professor, sinto muito, mas é impossível conseguir o que me pediu.
Talvez pudesse conseguir 2 ou 3 moedas de prata, mas não acho que se possa enganar ninguém sobre o valor do anel.

Importante o que me disse meu jovem, contestou sorridente.
Devemos saber primeiro o valor do anel.
Volte a montar no cavalo e vá até o joalheiro.
Quem melhor para saber o valor exato do anel?
Diga que quer vender o anel e pergunte quanto ele te dá por ele.
Mas não importa o quanto ele te ofereça, não o venda.
Volte aqui com meu anel.

O jovem foi até ao joalheiro e lhe deu o anel para examinar.
O joalheiro examinou o anel com uma lupa, pesou o anel e disse:

- Diga ao seu professor que, se ele quer vender agora, não posso dar mais que 58 moedas de ouro pelo anel.

58 MOEDAS DE OURO!
Exclamou o jovem.
- Sim, replicou o joalheiro, eu sei que com tempo eu poderia oferecer cerca de 70 moedas, mas se a venda é urgente...

O jovem correu emocionado a casa do professor para contar o que correu.

- Senta, disse o professor e depois de ouvir tudo que o jovem lhe contou, disse:

- Você é como esse anel, uma jóia valiosa e única.
Só pode ser avaliada por um especialista.
Pensava que qualquer um podia descobrir o seu verdadeiro valor?

E dizendo isso voltou a colocar o anel no dedo.

Todos nós somos como esta jóia.
Valiosos e únicos e andamos por todos os mercados da vida pretendendo que pessoas inexperientes nos valorizem.

Repense o seu valor!

O professor do futuro


O professor do futuro
Gabriel Perrissé

"Para ensinarmos um aluno precisamos mostrar-lhe que ele já possui a capacidade de descobrir"
palavras do filosófo-poeta Gaston Bachelard)

O professor, como os artistas, provoca o amor pelo conhecimento, um amor que já existia em nós, mas estava dormecido.

O professor, como os profetas, desencadeia um processo de descoberta pessoal que, por sua vez, ativa nosso poder criador.

Desencadear e retirar o cadeado

O professor liberta o seu aluno.
E os melhores alunos largam as mãos do mestre, depois de descobrir sua capacidade de andar sozinhos, de correr sozinhos, de voar mais alto.

Muitos estudantes andam presos, e por isso deixam de andar.
Estão paralisados pelo medo, pela falta de horizontes. Estão perplexos, olhando
sem ver, ouvindo sem escutar, falando sem dizer, lendo sem entender, escrevendo sem pensar.

Muitos estudantes estão na cadeia do desânimo, não sabem abrir caminhos com a força dos seus passos.

Muitos estudantes são vítimas de uma reação em cadeia.
Não agem, só reagem.
Mal se defendem do mal.
Passam de ano sem passar.
Passam sem pensar.
São passados para trás.
Sem saber por quê e por quem.
Passam mas não ficam.
Ou passam e continuam presos ao passado.

O profesor do futuro ( e o de sempre) deve ensinar, no presente, não o método que passa ( e até faz passar...), mas a alma que permanece.

Deve ensinar, não a única resposta certa e meio à multipla desescolha, mas a capacidade de cometer erros criativos, de ver que um fracasso, didaticamente, vale mil sucessos.

Ensinar, não a opção correta, a única porteira pela qual a boiada passa, de cabeça baixa, para o matadouro, mas a coragem de pular no escuro (se for preciso), e com os olhos abertos.

Transmitir não o conhecimento mastigado, a ração, mas despertar no aluno a vontade de mastigar por conta própria, de uasr a razão, de saborear conhecimentos tradicionais e inéditos.

O professor do futuro ensina, não o caminho das pedras, mas o amor às pedras que existem em todos os caminhos.

O verdadeiro professor é um inspirador.

Suas aulas são poéticas, proféticas.

Não hipnotizam, acordam.

Não cansam, desafiam.

Não anestesiam, fazem feletir.

O professor inspira confiança, inspira o desejo de chegarmos a ser deuses.

O professor do futuro torna o futuro mais real que a banal ilusão...
desilusão que alguns chamam de realidade.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

O Nó do Afeto




(sem menção do autor)

Em uma reunião de pais numa escola da periferia, a diretora ressaltava o apoio que os pais devem dar aos filhos; pedia-lhes também que se fizessem presentes o máximo de tempo possível...

Ela entendia que, embora a maioria dos pais e mães daquela comunidade trabalhassem fora, deveriam achar um tempinho para se dedicar e entender as crianças.

Mas a diretora ficou muito surpresa quando um pai se levantou e explicou, com seu jeito humilde, que ele não tinha tempo de falar com o filho, nem de vê-lo, durante a semana, porque quando ele saía para trabalhar era muito cedo e
o filho ainda estava dormindo...

Quando voltava do serviço já era muito tarde e o garoto não estava mais acordado.

Explicou, ainda, que tinha de trabalhar assim para prover o sustento da família, mas também contou que isso o deixava angustiado por não ter tempo para o filho e que tentava se redimir indo beijá-lo todas as noites quando chegava em casa.

E, para que o filho soubesse da sua presença, ele dava um nó na ponta do lençol que o cobria. Isso acontecia religiosamente todas as noites quando ia beijá-lo.

Quando o filho acordava e via o nó, sabia, através dele, que o pai tinha estado ali e o havia beijado. O nó era o meio de comunicação entre eles.

A diretora emocionou-se com aquela singela história e ficou surpresa quando constatou que o filho desse pai era um dos melhores alunos da escola.

O fato nos faz refletir sobre as muitas maneiras das pessoas se fazerem presentes, de se comunicarem com os outros.

Aquele pai encontrou a sua, que era simples mas eficiente.

E o mais importante é que o filho percebia, através do nó afetivo, o que o pai estava lhe dizendo.
Por vezes, nos importamos tanto com a forma de dizer as coisas e esquecemos o principal, que é a comunicação através do sentimento. Simples gestos como um beijo e um nó na ponta do lençol, valiam, para aquele filho, muito mais do que presentes ou desculpas vazias.

É válido que nos preocupemos com as pessoas, mas é importante que elas saibam, que elas sintam isso.

Para que haja a comunicação é preciso que as pessoas "ouçam" a Linguagem do nosso coração, pois, em matéria de afeto, os sentimentos sempre falam mais alto que as palavras.

É por essa razão que um beijo, revestido do mais puro afeto, cura a dor de cabeça, o arranhão no joelho, o medo do escuro.

As pessoas podem não entender o significado de muitas palavras, mas sabem registrar um gesto de amor.

Mesmo que esse gesto seja apenas um nó. . .

Pense nisso.

domingo, 25 de janeiro de 2009

Meu Adorável Professor



Mr Hollands Opus - An American Symphony


Em 1964 um músico (Richard Dreyfuss) decide começar a lecionar, para ter mais dinheiro e assim se dedicar a compôr uma sinfonia. Inicialmente ele sente grande dificuldade em fazer com que seus alunos se interessem pela música e as coisas se complicam ainda mais quando sua mulher (Glenne Headly) dá à luz a um filho, que o casal vem a descobrir mais tarde que é surdo. Para poder financiar os estudos especiais e o tratamento do filho, ele se envolve cada vez mais com a escola e seus alunos, deixando de lado seu sonho de tornar-se um grande compositor. Passados trinta anos lecionando no mesmo colégio, após todo este tempo uma grande decepção o aguarda.