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segunda-feira, 2 de julho de 2012

Curupira

O curupira é um deus ou espírito que castiga aqueles que destroem a floresta, derrubando árvores sem necessidade caçando animais só pelo prazer de matar, eliminando animais novos ou fêmeas grávidas.O curupira também protege os rios e os peixes.

Para assustar as pessoas que destroem a natureza por prazer ou ganância os índios descrevem o Curupira como um "diabinho" com forma de menino, com cabelos vermelhos, o corpo coberto de pêlos e os pés virados para trás. 


Na realidade, o Curupira, como outras personagens mitológicas, é guardião da natureza. É o "deus ecológico" dos povos indígenas do Brasil, que muito antes de todos nós compreenderam a importância das florestas. 


O Brasil está precisando de muitos curupiras!

Mula sem cabeça

Grande animal que galopa pelos campos, soltando fogo e chispas pelas ventas e pela boca. Seu galope é pesado e barulhento, parecendo que suas patas são ferradas. Não se sabe de onde vem nem para onde vai e sua corrida desenfreada, com altos relinchos, assusta e assombra a todos. Às vezes soluça como gente.

Segundo a tradição é a maldição que recai sobre a concubina de um sacerdote. Para evitar esse encantamento deverá o amásio amaldiçoar a companheira sete vezes antes de celebrar missa. Conta-se que uma delas naturalmente em forma humana, teve a petulância de assistir a uma missa e a hóstia sumiu das mãos do celebrante.

Também se diz, que e o padre esquecer o juramento da castidade costumam aparecer, no lugar do pecado, com "cavalos sem cabeça".

Mais tradicional no Sul, provavelmente devido aos largos pastoris, não é esta lenda, como muitas outras, de origem brasileira. São conhecidas versões europeias, desde a Idade Média e em outros países, como México e Argentina.

Os estudiosos dizem que a origem da lenda está ligada ao uso das mulas como meio preferencial de transportes pelos religiosos.

Coisa inexplicável é como uma mula sem cabeça pode relichar, soltar fogo pelas ventas e ter, como única forma de quebrar o seu encantamento, desde que haja coragem, o ato de lhe tirar o freio quando então aparecerá despida, chorando arrependida...